Academia Brasileira de Futebol

Alberto Helena Júnior

Paulistano do Brás, é são-paulino desde a infância. Aprendeu a escrever em casa, passou pelo rádio quando ainda se dedicava a pesquisar sobre a música popular brasileira. Comenta os jogos de futebol de todo o mundo, com um olhar apaixonado pelo esporte. Recebeu, em 2007, o sétimo prêmio da Ford/Aceesp

Nascido em 15 de novembro de 1941, Alberto Helena Júnior completou, em 2011, mais de meio século de Jornalismo, 53 anos. Confessa, porém, que aprendeu a escrever em casa, com a mãe que era professora de português e que semanalmente apresentava ao filho uma imagem sobre a qual ele tinha que escrever uma história.
Começou a carreira aos 15 anos, escrevendo crônicas para o Suplemento Feminino do extinto Diário de São Paulo (SP), dos Diários Associados. Escreveu, também, para A Tribuna (SP), de Santos. Mais tarde foi trabalhar na revista da colônia árabe chamada Etapas (SP), que era veiculada em duas línguas – português e árabe –, onde fazia a revisão do português e escrevia duas páginas, uma sobre música popular e outra de crônicas do cotidiano.
Foi redator e diretor de redação da agência Interpress, trabalhou na Folha de S. Paulo (SP), na revista O Cruzeiro (RJ) e no Jornal da Tarde (SP), que estava sendo lançado no mercado. Teve, então, a primeira experiência em televisão, dirigindo um programa de auditório apresentado por Vicente Leporace, na TV Bandeirantes (SP).
Dirigiu o jornalismo da TV Gazeta (SP) e foi diretor-geral da Rádio Gazeta (SP). Na emissora de televisão teve o seu primeiro contato com o jornalismo esportivo, o programa Na Linha do Gol. Até então, atuava mais como crítico musical, diretor e produtor de programas musicais na era dos festivais e diretor e/ou apresentador de programas como Show da Noite, na TV Record (SP), Nosso Jornal, na TV Gazeta (SP), e Jair Rodrigues, na TV Excelsior (RJ). Participou, em 1969, do lançamento do primeiro jornal em offset e em cores do País, o Última Hora Dominical (SP), do qual era editor, mas que não durou muito: toda a redação pediu demissão.
Foi para o Jornal da Tarde, na única vaga que lhe foi oferecida: copydesk na editoria de Esporte. Logo virou sub-editor e pauteiro. Em 1973, passou a assinar a coluna Bola de Papel no vespertino. Passou, depois, pelas redações de Placar (SP), O Popular da Tarde (SP), revista Gourmet Internacional (SP), TV Gazeta, Rede Globo, Rádio Gazeta, Folha de S. Paulo (SP) e Diário Popular (SP).
Atualmente é colunista do jornal Diário de São Paulo (SP) e comentarista do canal SporTV (SP), ambos da Rede Globo. Mantém desde novembro de 2007 sua coluna no Portal iG – Blog do Alberto Helena Jr. –  onde faz comentários e análises sobre futebol. Além disso, assina as colunas Bola de Papel, no Diário de São Paulo, eBom Dia, Bola, no jornal Bom Dia (SP). Incansável, também participa dos programas Bem, Amigos! e Arena, na SporTV.
Foi vencedor do Troféu Ford/Aceesp, promovido pela Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo, em 1999, 2001, 2002, 2004, 2005, 2006 e 2007, na categoria de Colunista. Em 99, pelo Diário Popular, e os demais, pelo jornal Diário de São Paulo.
Embora não esconda que é torcedor do São Paulo Futebol Clube, é autor do livro Palmeiras – A eterna academia (DBA, 1996).