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No
polêmico mundo do futebol, só existe uma unanimidade: Pelé. O Rei
chegou ao máximo que se pode exigir da capacidade dos grandes talentos.
Com a lendária camisa do Santos, Édson Arantes do Nascimento se
transformava. Virava um "demônio" com a bola nos pés. Ele era
fenomenal.
A metamorfose também acontecia na Seleção
Brasileira. Pelé participou das três heróicas campanhas do
tricampeonato mundial de 1958, 1962 e 1970. Ele atemorizava os rivais, por
isso o povo brasileiro se sentiu órfão quando Pelé despediu-se da
Seleção no Maracanã lotado, que gritava seu nome.
Ele é genial e imortal, e além da triste
lembrança de 1974 de quando Pelé se ajoelhou no meio do campo da Vila
Belmiro para se despedir desta vez do time do Santos que sempre lhe
aplaudiu, também vão ficar guardados na memória todos os seus lances,
jogadas antológicas e a humildade em ensinar a arte do futebol aos que
estavam "engatinhando". Fenomenal, genial, imortal e solidário.
Isto é Pelé.
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