O Museu

Nilson

Nilson

Desportista e incentivador do esporte e da cultura ubaense, o empresário Nilson Moraes tem hoje a fama, verdadeira por sinal, de ser um dos maiores, senão o maior colecionador da história do futebol brasileiro. Tudo começou com seu avô, Nelson Azevedo, que, em 1928, já colecionava tudo sobre futebol. Após seu falecimento, em 1974, Nilson deu seqüência ao trabalho colecionando não só revistas como: PLACAR (Coleção completa),VIDA DE CRAQUE (Década de 40), MANCHETE ESPORTIVAO CRUZEIROESPORTE ILUSTRADO, como flâmulas, álbuns de figurinhas e jornais de época e etc.

A ideia de transformar todo este acervo em um Museu Itinerante, veio em 1994 após a conquista do “Tetra”. Mas as dificuldades financeiras adiaram o sonho, que só em 1999 o Museu do Futebol se tornou uma realidade através de um convite feito pelo presidente da SUDERJ (Superintendência de Desportos do Rio de Janeiro, Chiquinho de Carvalho, para expor o material no lançamento do “Projeto 50 anos do Maracanã”, recebendo elogios de todos os presentes, na época governadores, ministros e personalidades. A exposição foi montada no hall dos elevadores, recebendo uma visitação fantástica de turistas, sem falar nos ex-jogadores e personalidades ligadas ao futebol que passaram por ela e ficaram impressionados com o volume de informação que o Museu continha. Pessoas como o guia turístico, Isaías Ambrósio, do Maracanã, os ex-jogadores PampoliniDidi do Botafogo, ZicoJúnior, e os atuais,Ronaldo Fenômeno e por último o Baixinho Romário, que por sinal, pode falar muito bem do material depois de vários encontros e de uma amizade que já dura cinco anos. Através da exposição foi possível provar que Ary Barroso foi fundamental na construção do estádio, em 1948.

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Réplica das Taças

O museu conta hoje com um material que ocupa 80 metros quadrados; 40 painéis e 2.0 x 1.0 retratando todos os clubes do Brasil contendo biografias de vários ídolos do mundo inteiro, inclusive foto, uma história bem completa da Seleção Brasileira e suas conquistas mais importantes. Ao todo são mais de 600 fotos, 3.000 mil revistas e toneladas de papel.

Em 1997, participou com o Museu do Futebol, maior acervo deste esporte no País, da pelada show da Modus Clube Jardim Guanabara, onde estiveram presentes personalidades, como RomárioRonaldoEdmundoDenílson, etc. Na ocasião, o acervo de Nilson foi destaque na mídia impressa e falada.

Participou da FEMUR – Feira de Móveis de Ubá (Pólo moveleiro de Minas Gerais) e Região, onde desenvolveu o trabalho de resgate da memória das indústrias de móveis e a história dos times de futebol de Ubá. No mesmo evento, expôs o Museu do Futebol, ocupando um stande com 40 m2 e recebendo um grande número de visitadores. Ainda na FEMUR, Nilson exibiu filmes de futebol de época e painéis que contavam a vida do ilustre ubaense Ary Barroso.

Nilson realizou o encontro do menino Zagalo de Ubá e o Velho Lobo Zagallo num jogo entre Ponte Preta e Flamengo no Campeonato Brasileiro de 2001.

Em 2003, foi convidado a fazer parte da Comissão Municipal Ary Barroso, quando foi responsável direto pela vinda a Ubá da Taça da FIFA, conquistada pela Brasil em 2002, contando com a presença do vice-presidente da república José Alencar e de Nab Abi Chedi, vice-presidente da CBF. Nilson também disponibilizou painéis que ficaram expostos na fachada da prefeitura retratando a vida e obra de Ary Barroso.

Ainda em 2003, foi um dos organizadores do Reveillon do Mangueiras (Ubá-MG), uma homenagem aos 100 anos de Ary Barroso. Foi presidente do bloco carnavalesco Nação Rubro Negro, realizando o desfile na Av. Cristiano Roças, quando produziu um carro alegórico no formato de um rádio capelinho de época, onde se lia “Rádio Tupi”. No desfile, o Sr. Marino Azevedo, vestido a caráter, homenageava o compositor da Aquarela, sendo destaque na Rede Globo, no carnaval daquele ano.

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Nilson com a réplica da taça Fifa

Trouxe a equipe de Máster do Flamengo que atuou com vários jogadores campeões mundiais, tais como Adílio AndradeRondineleJúlio César, entre outros. Com o clube, veio a taça do Mundial Interclubes que nunca havia deixado a Gávea, desde 1981, quando Flamengo conquistou o título em Tóquio.

Em 2004, Nilson idealizou a homenagem feita aos 41 melhores jogadores de futebol de Ubá, em conjunto com o jornal “Gazeta Regional” e Liga Atlética Ubaense.

Nilson já realizou várias exposições pelo Brasil, a mais recente, em Belo Horizonte, no Mineirão, durante a realização do jogo Brasil X Argentina. A exposição retratou a trajetória da seleção brasileira de 1914 até o pentacampeonato mundial em 2002. Visitaram o acervo personalidades como, Joseph Blatter, presidente da FIFA, Agnelo Queiroz, ministro dos Esportes, o governador de Minas Gerais Aécio Neves, como também Ronaldo, o fenômeno.
O Museu possui preciosidades, como o quadro da seleção brasileira campeã mundial em 1958- como parte da Revista Manchete e pertencente ao presidente JK, várias fotos inéditas da seleção retratando títulos conquistados, como o primeiro sul-americano, em 1952, a estréia da camisa canarinho em 1954, etc.

 

 

 

 

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